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Archive for março \22\UTC 2007

Podcasts – comentários

Por Márcio, Elaine, Guilherme e Mariana Andrade

Márcio: VÁ TE CATAR

O site se diz “o podcast mais bacana da rede”. Apesar da falta de modéstia, pode ser considerado sim um dos mais legais. Fala de música, e da pesada. É apresentado por Juliana Negri, Alexandre Cardoso e Fauzer Rossi. Bem-humorado, é um programa de rádio transmitido pela internet. A edição #14 do programa traz uma seleção de músicas de Michael Weikath, líder e guitarrista do Hellloween, banda que veio a Santos ano passado, cujo ingresso para o show este blogueiro comprou, mas não foi ao concerto. Arrepende-se até hoje.

Guilherme: PEÇAS RARAS

Produzido por Marcelo Abud, um publicitário especializado em áudio, esse podcast é uma ótima fonte de informações sobre o rádio, desde o seu ínicio, o desenvolvimento da tecnologia e o que há nos dias atuais. Cada programa aborda um tema principal, mas não deixa de passar por outros temas relacionados. Em um dos programas, o tema era a criação por Beto Hora (do humorístico “Na Geral”) e Tula Minassian de uma agência de publicidade chamada PlayRK30, que é especializada em mídia radiofônica. Aproveitando o gancho, também é possível escutar um trecho de abertura do programa PRK-30, humorístico de grande repercussão durante as décadas de 40 à 60.

Elaine: GAMELIB

O que mais pode-se inventar para o aperfeiçoamento dos vicíados em video games? Foi essa pergunta que deu origem ao GAMELIB,  uma biblioteca virtual para os gamers do Brasil. Esse podcast traz toda semana informações sobre jogos virtuais, no qual os jogadodores podem aprender macetes e até desafiar seus “colegas virtuais”. Discutem-se assuntos que estão na ponta da língua de seus jogadores.

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Fé é tudo

Márcio Ribeiro Garoni – um dos dois que sobreviveram no blogue

 

Arnaldo, como alguns brasileiros, acordava cedo para trabalhar. Era casado com Rosana, com quem tomava o café da manhã todos os dias. Ela, como uma boa dona de casa, ficava em casa. Não tinham filhos.

Numa dessas manhãs de terça ou quinta-feira, Arnaldo saiu para trabalhar. Pegou seu carro-último-ano na garagem e seguiu a caminho do escritório, no outro lado da cidade. No meio do percurso, percebeu que tinha esquecido a documentação do carro. Deu meia-volta, voltando pra casa.

Subia para o quarto quando encontrou Rosana nua. Nada anormal, se também não tivesse visto nu aquele loiro alto, de olhos azuis e cabelos encaracolados, que aparentava ter o dobro do tamanho de Arnaldo e metade de sua idade.

– Quem é esse homem, Rosana?! – perguntou a voz desafinada de Arnaldo.

– Que homem, respondeu Rosana com outra pergunta.

– Como assim, que homem? Esse cara que está aí, com a, o… a…, esse cara aí!

– Ah, ele…. Ele não é um homem.

– Rosana, presta atenção no que você está me dizendo. Quer dizer que este cara, nu em MEU quarto, não é um homem?

– Isso mesmo, amor. Ele não é um homem. É um anjo. Veio do Céu e vai viver aqui em casa.

– Um anjo? Deste tamanho? E pelado?

– É um anjo especial, né, Arnaldo! Agora pode ir trabalhar tranqüilo que o Anjo vai me deixar mais segura.

Arnaldo foi, meio contrariado, claro, mas com o tempo esfriou a cabeça e percebeu que tinha sido abençoado. “Nossa, um anjo em minha casa!” – pensava ele – “Todos aqueles anos me confessando, finalmente sou um abençoado”.

O Anjo foi ficando íntimo do casal. Deitava no sofá, com o controle da tevê na mão, saía de manhã e voltava de madrugada, bêbado, mijava com a porta do banheiro aberta (quando bêbado, com a tampa da privada fechada)… Já fazia parte da família.

O mais curioso foi o que aconteceu na semana passada. Arnaldo se despedia de Rosana para ir ao trabalho, quando viu o Anjo correndo, nu, no quintal do vizinho, que corria atrás dele, dizendo: “Eu vou te matar!”. Arnaldo, vendo esta cena, riu e disse à mulher:

– Coitado do Anjo, não sabia que o vizinho é ateu…

Essa foi tirada do livro O Pasquim – Antologia (1968-1970). É do Chico Anysio, mas contei do meu jeito, porque não tenho a bíblia em mãos.

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Realidade Cruel

Tarcisio Oliveira

 

“Mais uma vida jogada fora
Um coração que já não bate mais, descanse

em paz
Sonhos que vão embora, antes da hora
Sonhos que ficam pra trás” (Pra onde vai? – Gabriel Pensador)

 

Esse trecho da música de Grabriel Pensador, diz bem a realidade em que vivemos hoje no Brasil. Onde crianças são mortas antes mesmo de começarem a viver. Crianças que não são culpadas pela violência que assola o país, mas que acabam pagando. Foi o caso do menino João Hélio, de apenas seis anos, que morreu arrastado por 7 Km preso a um cinto de segurança no Rio de Janeiro, durante um assalto ao carro de sua mãe. Um caso que comoveu todo o Brasil pela maneira em que foi cometido e pela ausência de segurança, no percurso feito pelos bandidos.

Assim como o caso de Vitória Gabrielly, de três anos, morta com um tiro no peito no colo do avô, durante um assalto a seu tio no portão de casa na cidade de Mauá (Grande São Paulo).

Como Priscila Aprígio, 13 anos, atingida no abdome durante um assalto a banco em Moema (Grande São Paulo), que corre o risco de nunca mais voltar a andar.

Vítimas como Alana Ezequiel, 12 anos, morta durante operação da polícia no morro dos Macacos (zona norte do Rio), após deixar a irmã na creche foi atingida por uma bala perdida, não se sabe se o tiro foi disparado pela polícia ou pelos bandidos.

Vítimas como Maria Fernanda, dois anos, morta no colo do padrasto, que era alvo do autor dos disparos, onde dois acabaram atingindo a menina que morreu na hora.

Essas são só algumas das pequenas vítimas que a mídia tem relatado nesse início de ano, há de ter inúmeras outras que não são noticiadas. Até quando nós cidadãos brasileiros seremos vítimas de um país sem segurança e justiça, onde até mesmo dentro de casa estamos correndo riso.

Com certeza enquanto poder público e povo não falar a mesma língua, será difícil resolver esse problema que parece não ter solução. Enquanto isso familiares choram a perda de seus filhos em tenra idade sem conquistar seus sonhos, como é o caso da menina Alana Ezequiel que sonhava em ser advogada e sair do morro, infelizmente a realidade destruiu seus sonhos. “para onde vai o sol? Quando a noite cai?”.  

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Infeliz Comentário

 Tarcisio

           Só estou postando essa “merda” por questões de obediência, ou seja, o professor manda eu obedeço, é, pode acreditar o professor pediu para que fizesse um texto e postasse no blog, para depois ele comentar, da para acreditar?Bom, chega de ficar enrolando para aumentar a quantidade de linhas e vamos a “merda” do texto.

A frase na qual o dito cujo pediu para que comentasse é a seguinte: “A micro-informática, base da cibercultura, é fruto de uma apropriação social”.

Bom lamento informa mas, não li o texto então meu comentário não será muito aprofundado.Mas concordo que a micro-informatica está presente em todos os lugares, fato esse que dificilmente você conversa com alguem hoje que não tem orkut, msn ou e-mail, e isso vem aumentando a cada dia. Se olharmos para trás, quando inventaram o computador, um aparelho gigante, sem monitor, que não tinha nada de divertido, só servia para efetuar cálculos, e não agradava a ninguém, não tinha mesmo porque conquistar a simpatia da população. Já por volta da década de 60, já com monitor e com algumas modificações como o tamanho, foi que tornaram-se mais agradaveis, porem computador ainda se restringia a universidades e bases do exercito, também não havia diversão alguma servia mais para pesquisas, outra porque custava muito caro.Foi aos poucos que o computador foi se espalhando, criando meios de entretenimento, e barateando o custo que conseguiu atingir a grande massa. Tanto é que se continuar nessa difusão, daqui a alguns anos não haverá em nenhum lugar do mundo alguem que não tenham se quer um e-mail.

Bom esse foi meu pequeno comentário desculpem é que foi feito as pressas, e como disse acima não li o texto.    

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