Tarcisio Oliveira (a pedido assinei)
Já estava anoitecendo, e eu no silêncio do meu quarto só ouvindo o barulho da chuva, e o meu dedilhar no teclado, entro no bate-papo, por acaso, curiosidade de saber quem estava on-line, como de costume, e encontro ela, dou um oi, meio com receio temendo a resposta, ela responde oi e pergunta se está todo bem comigo, respondo que sim, e assim começamos uma longa conversa, naquela tarde de sábado, que teve início por volta das 17h45, e se arrastou até às 21h20.
Durante esse tempo conversamos sobre diversas coisas, algumas, até chegou a me deixar vermelho, sabe quando você fala alguma coisa e teme a resposta? Chega a suar? Então, foi bem assim.
Papo vai papo vem, a chuva para, só percebo porque ela pergunta se está chovendo por aqui, minha toca, ou como alguns a chamam minha casa. E assim vai. A chuva volta, e eu como estava com as caixinhas de som queimadas, só ouvia o som da chuva e o barulho do teclado, que por sinal muito me agradava.
Até que após horas de conversa ela disse que precisava sair, pois a tempestade que caia sem parar já estava causando problemas no fornecimento de energia de seu apartamento, fazendo com que as luzes começassem a piscar, e como ela não queria ficar sem computador, preferiu sair antes que ele pifasse. Porém, antes deixou uma frase da banda Legião Urbana, que reflete bem o que foi aquele sábado para nós “Hoje não estava nada bem, mas a tempestade me distrai, gosto dos pingos de chuva, dos relâmpagos e dos trovões”. Eu acrescentaria o barulho do teclado, e a conversa com ela.
É chato eu ser o primeiro a comentar… devia ser ela.
Mas a conversa foi produtiva. Se não chovesse, seria melhor.
Muito bom o texto, Tarcísio. Vê se assina, vagal!
Olá Tarcisio, gostei do texto. Agora a parte da conversa que te deixou vermelho não tenho nada a ver com isso rsrsrsrs Bjus Foi boa a conversa rsrsr
Olha o cara… Se continuar assim, vai dar pra um ótimo editor de revista Sabrina, Júlia ou qualquer uma desse segmento, hehehe
Muito bacana o texto, gostei msm
Desnecessário perguntar quem era “ela”, não?
Eu já tinha lido, e esqueci de comentar. Adorei o texto, continue a dar vida a este querido blog!
E esse som do teclado é ótimo em dias solitários de chuva…